Tragédia no Tigrinho: homem mata mãe e tira a própria vida
Vício, desespero e uma família destruída o que ainda falta acontecer para esse problema ser levado a sério?
O jogo começou como distração. Terminou em tragédia.
Uma história chocante tomou conta das redes sociais nas últimas semanas: um homem, viciado no popular “Jogo do Tigrinho” (Fortune Tiger), acabou matando a própria mãe e depois tirando a própria vida. A motivação: uma dívida impagável com agiotas, contraída após sucessivas perdas nas apostas online.
De acordo com informações de portais locais e vídeos que circularam na internet, ele vinha acumulando dívidas há meses. Pressionado por ameaças e consumido pelo vício, o jovem chegou ao limite. O desespero o levou a um ato irreversível.
“Ele não era violento. Era um cara bom. Mas o jogo tomou conta dele.”
Relatos de familiares e conhecidos indicam que o rapaz não tinha histórico de violência. Era, até pouco tempo, alguém tranquilo e próximo da mãe. Mas a mudança foi repentina. Com o vício, vieram o isolamento, a ansiedade, os empréstimos e as mentiras.
O “Jogo do Tigrinho”, como é chamado, é um dos diversos caça-níqueis online disponíveis em sites de apostas — jogos altamente viciantes, que prometem lucros fáceis, mas geram prejuízos emocionais, financeiros e sociais incalculáveis.
❝ O vício destrói de forma silenciosa. Quando a família percebe, muitas vezes já é tarde. ❞
— Comentário de um vizinho à imprensa
Aposta digital, consequência real
Esses jogos vêm sendo promovidos por influenciadores com milhões de seguidores, que exibem ganhos irreais e editados. Muitos são pagos por plataformas para seduzir novos apostadores — jovens, vulneráveis, em busca de uma chance de mudar de vida.
Mas a verdade é dura: a maioria perde. E, com isso, perde muito mais do que dinheiro. Perde a paz, a saúde mental, os relacionamentos e, em casos extremos, a própria vida — ou a de quem amam.
🔥 O vício em jogos não é falta de força de vontade. É uma doença séria.
Livre de Vício: para que histórias como essa não se repitam
Casos como esse são o motivo de existirmos. Nosso projeto quer romper o silêncio, levar informação, acolhimento e apoio a quem está preso nesse ciclo. É hora de parar de tratar isso como “jogatina” ou “azar no jogo”. É vício. E mata.



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